domingo, 27 de maio de 2012

Vem Espírito Santo sobre nós. Fique entre nós!


AS VEZES PERCO A SENHA, SENHA DA MEMÓRIA, ESTÁ MUITAS VEZES NO TEMPO.

Bom dia. Fico feliz por lembrar-me da senha do blog. Meses se passaram. A mente carregada de acontecimentos deixou de lado números quase infinitos, mas hoje voltou ao estado normal. Fico animado, pois o sol brilha lá fora. Hoje  dia de Pentecostes, a Igreja celebra animada a descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos e a Virgem Maria no Cenáculo em Jerusalém. Memória, pois o Espírito uma vez descido encontra-se presente em cada ser humano, independente da religião. Para fazer se presente é preciso amar Jesus Cristo na pessoa doa necessitados, os que sofrem.

Bom dia a todos.
Desejo que a saudades seja amiga, pois assim a certeza de viver pensando em você.
Sem mais a dizer, pela memória. Heleodoro.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Noviciado Arca da Aliança: Cristãos, vinde todos!!!

Noviciado Arca da Aliança: Cristãos, vinde todos!!!: Os noviços Souza e Joel fizeram uma homenagem por ocasião da Festividade de Natal que se aproxima. Confira o vídeo com a música Cristãos, vi...

Ator Rodolfo Bottino morre em Salvador


No Rio de Janeiro
  • Fabrizia Granatieri/Folhapress
    Rodolfo Bottino era ator e chef de cozinha

O ator Rodolfo Bottino morreu na manhã de hoje, em Salvador, aos 52 anos. Ele era portador do vírus da Aids e, segundo relatos de amigos, não resistiu a uma embolia pulmonar sofrida durante um exame de ressonância magnética, preparatório para uma cirurgia de quadril.
Bottino era carioca e morava no Rio, e estaria na capital baiana porque tinha parentes na cidade. Galã da TV Globo na década de 80, em novelas como Ti Ti Ti, Bambolê e Bebê a Bordo e séries como Anos Dourados, o ator, que também era chef de cozinha e professor de culinária, descobriu-se soropositivo nos anos 90, mas nunca sentiu manifestações da doença.
Dois anos atrás, para "livrar-se do peso de um edifício nas costas", deu a primeira declaração sobre o assunto. Agiu contrariando os conselhos da mãe, que preferia que o filho se preservasse, temendo reações preconceituosas e prejuízos à sua carreira. Bottino decidiu se expor pensando que poderia ajudar outros soropositivos a encarar melhor sua condição.
Não queria, no entanto, ser alvo de olhares piedosos. Dizia que o importante era "a cuca". Fumante, em 2006 já havia enfrentado um câncer no pulmão, combatido com quimioterapia. Também superou uma anorexia grave, que reduziu seu peso a 41 quilos. Foi desenganado pelos médicos que o tratavam. Teve também síndrome do pânico.

noticias.bol.uol.com.b
Em 2010, passou por uma cirurgia para desentupimento de uma artéria, relatada no blog Com um Pé na Cozinha, atualizado até março deste ano. Ajudado por familiares e amigos, superou todos os problemas de saúde mantendo-se ativo, com projetos de peças, livros e programas de TV.
Um sucesso recente foi a peça Risotto!, na qual atuava e cozinhava para a plateia. Seus dois irmãos, Verônica e Antônio Bottino, ressaltaram em mensagens no Facebook sua força de viver e de 

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A culpa é do Futebol Society

Quando era criança, o mundo estava ao alcance de minha bicicleta. Tive sorte de ser criado no interior, ter a liberdade, sair e promover o caos nas redondezas, seja jogando bola nas ruas, praças ou terrenos baldios, brincando de polícia e ladrão, invadindo sítios alheios para roubar frutas, enfim, viver como bem queria.
Semana passada, caminhando pela rua, vi uma cena que me chamou atenção. Uma mãe levava pelas mãos um garotinho de uns oito anos, que trajava uniforme completo do Barcelona: camiseta, bermuda, meião e uma chuteira da Nike, daquelas que só precisa apertar o botão ”chutar” para que o futebol perca toda a sua graça.
Olhei para o garoto durante um tempo. A mãe percebeu que seu lindo filho chamou minha atenção. “Ele está indo para a escolinha de futebol”, ressaltou, com orgulho. O garoto estava impecável, roupa limpa, chuteirinha brilhando, cabelo com gel e todas essas frescuras que, no meu tempo, fariam você ser o garoto menos popular do colégio.
Chegando em casa, abri uma cerveja e pensei novamente naquela cena, com revolta. Poxa, mas o menino não tinha nem um nariz escorrendo? Como pode sair de casa daquele jeito para jogar futebol?
Antigamente (ou hoje para quem tem sorte).
Na minha época, as crianças se dividiam em dois tipos: as que ficavam o dia todo na rua e os pobres filhos de mães superprotetoras que só podiam brincar no tapete da sala de casa.
Por sorte, pertenço ao primeiro grupo. Adorava pedalar até a casa dos meus amigos e chamar todo mundo para jogar bola. Os golzinhos eram feitos com quatro passos do Neto (o menino que tinha o maior pé) e colocávamos as pedras como traves. A chuteira era a clássica Kichute, cravos de borracha quadrados e cadarços amarrados na canela, como manda a tradição.
O jogo rolava freneticamente, alguns pedaços de pele acabavam ralados pelo asfalto, as brigas com os vizinhos chatos que não queriam devolver a bola eram recorrentes. Todo mundo torcendo para que as mães não aparecessem ou gritassem aquele curto e grosso “Vempracasajá!” que assustava até mesmo o André, o mais velho da turma, em seus 10 anos de valentia.
Entretanto, aconteceu algo que todos temíamos. Aquelas mães superprotetoras, que só deixavam seus filhos brincarem no tapete de casa, venceram e transferiram esses tapetes para campos de futebol macios e supervisionados por maiores de idade, chamados de campos de Futebol Society.
Agora, paga-se um tanto para jogar, tratam crianças como se fossem atletas, deixam um espaço para que as mães assistam aos jogos e treinos (que vergonha). O futebol tem dia e hora marcados, assim como o curso de inglês, a natação e todas as obrigações que uma criança moderna é acostumada seguir.
Hoje.
Definitivamente, o Futebol Society, todas as terças e quintas, das 15 às 16 e 30, é um dos maiores destruidores da infância como a concebemos.
De agora em diante, quando eu vir um garoto esperneando no shopping porque quer um videogame, não vou culpar a televisão, a Internet, muito menos o Restart, pois tenho certeza absoluta que a culpa é do Futebol Society.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Xamãs, fado e ritual inca entram na lista de bens imateriais da Unesco

O fado português, o saber tradicional dos xamãs jaguares do Yuruparí, na Amazônia colombiana, a música mariachi mexicana, o ritual dos índios brasileiros (foto) e a peregrinação ao santuário inca Qoyllurit'i, no Peru, entraram neste domingo na Lista Representativa de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco. Analistas do comitê intergovernamental da entidade, composto por 24 países, aprovaram as candidaturas destas tradições em reunião realizada na ilha de Bali, na Indonésia. 
Nusa Dua (Indonésia) - O fado português, o saber tradicional dos xamãs jaguares do Yuruparí, na Amazônia colombiana, a música mariachi mexicana e a peregrinação ao santuário inca Qoyllurit'i, no Peru, entraram neste domingo na Lista Representativa de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco.
Analistas do comitê intergovernamental da entidade, composto por 24 países, aprovaram as candidaturas destas tradições em reunião realizada na ilha de Bali, na Indonésia.
O saber espiritual dos xamãs do Yuruparí foi enaltecido pelo conselho. Os jaguares habitam os arredores do rio Pirá Paraná e transmitem seu conhecimento religioso através de gerações.
A peregrinação ao santuário inca é realizada por um trajeto de oito quilômetros, de Mahuayani até Sinakara, e termina num templo situado a mais de quatro mil metros de altitude. A festividade é uma complexa mistura de tradições andinas e europeias cristãs
 
"É um reconhecimento da cultura quíchua em nível mundial", disse à agência Efe David Ugarte, diretor de Cultura de Cuzco. A terceira proposta latino-americana que obteve o reconhecimento de Unesco foi a música mariachi.
 
E escolha foi feita ao som de um grupo de mariachis, que tocou uma das músicas mais emblemáticas do gênero, "El son de la negra". O secretário de Cultura de Jalisco, Alejandro Cravioto, disse que "não há nenhuma expressão musical mexicana mais divulgada pelo mundo, e esta universalidade tinha que ser refletida na lista de patrimônio imaterial".
 
A última proposta aprovada neste domingo foi a do fado português, gênero musical habitualmente cantado por um solista acompanhado por uma guitarra portuguesa. O fado nasceu nos bairros humildes de Lisboa e foi divulgado pelo rádio. "Este é um momento de orgulho e alegria para Lisboa", comemorou o prefeito da capital lusa, Antonio Costa.


Foto 5 de 7 - Iraniano apresenta Naqqa-li, em Teerã. A Naqqa-li é uma antiga forma dramática de contar histórias em verso ou prosa acompanhada por gesticulações, que entrou para a lista de bens imateriais da Unesco.

Foto 6 de 7 - Barcos iranianos Lenj em construção na costa do Golfo Pérsico. As embarcações tradicionais usadas no golfo entraram para a lista de bens imateriais que precisam ser preservados, segundo a Unesco. 

Foto 3 de 7 - Integrante da sociedade secreta KÙrÍdugaw apresenta-se durante ritual tradicional de Mali. O grupo passou a integrar a lista de bens imateriais da Unesco. 


Foto 2 de 7 - Grupo de música regional da Mongólia se apresenta acompanhado pela tradicional flauta Limbe (esq.). A flauta, que é feita de bambu, entrou para a lista de bens imateriais que precisam ser preservados.

Foto 4 de 7 - Membros da sociedade secreta KÙrÍdugaw mostram suas roupas típicas em foto não datada. O grupo passou a integrar a lista de bens imateriais da Unesco. 










Foto 1 de 7 - A tribo indígena peruana Huachipaire durante a reza tradicional Eshuva, que entrou para a lista de bens imateriais da Unesco.

www.bol.com.br.

domingo, 27 de novembro de 2011

A vida que temos é uma luta constante contra as forças do mal que tenta nos impedir de ser feliz!




Todos nós somos chamados e escolhidos para fazer aquilo que nos foi destinado antes mesmo de vir a este mundo.
Perguntamos-nos muitas vezes quem nos chama e como ouvimos o chamado para sair de casa, ir à busca de algo que não sabemos o que é e nem imaginamos o que seja. Somos chamados pela necessidade em que nos encontramos diante de diversas situações que vimos, presenciamos e sentimos que precisa de melhoras. Saímos de casa em busca de respostas, em busca de conhecimentos para melhorar tal situação, este pode ser um chamado. Seguimos rumos estranhos, entramos muitas vezes contra mão, contra os ventos insistimos em andar. Arriscamos tudo que temos, mas não desistimos, perdemos mais que temos, mas ganhamos momentos de segundos de felicidade ao lado quem realmente nos valeu à pena seguir.
Somos chamados a cumprir algo que não sabemos. Lutamos por nossos direitos sem saber se são ou não são direitos. Perdemos em nossas, mas dizemos valeu a pena. Choramos por algo que não deu certo, mas que valeu a pena ter lutado tanto.
Um dia me disseram: “você nunca vai conseguir” era uma porta que tentavam fechar em mim, mas dentro de mim mesmo uma voz gritou e outras portas se abriram de imediato esta era a perseverança, a paciência lutando contra a agitação dos inúmeros medos.
 Hoje anos depois, nas páginas da história da vida real, vejo que era preciso seguir em frente, mesmo com as lágrimas amargas dadas por pessoas que não foram amadas e não deixaram ser amadas, tende a destruir o sonho do outro. Falando em sonho. Sonhe com os impossíveis, sonhe com aquilo que esta longe e faça o presente acontecer. O sonho é de cada um e ninguém pode e tem o direito de parar o sonho de alguém.
Um dia me disseram se buscava a felicidade. Não sabia onde ela estava por isso não dei respostas, pois estava magoado, ferido, hoje na mesma pergunta dou uma resposta: A felicidade esta ao lado, caminha junto, ama junto, sorri junto, chora junto, dorme junto e sonha junto. A felicidade não abandona nas tempestades da vida, mas ela nos dá rumos para ser completa.
Hoje 7 meses depois, depois de tantas lutas interiores, noites quase sem sonhos, noites mal dormidas, mas dias vividos no trabalho de construir uma nova realidade, me vejo na luta, na espera do esperar dias melhores. Perdi muito, mas ganhei pouco e este pouco são as pessoas que realmente posso dizer amigos. Conto, mas não importa se são poucos, mas são reais, posso contar com eles, pois estiveram comigo, não era estar perto abraçando rindo, gastando, mas um olhar, um abraço, um “vai dar tudo certo”! Nas lembranças me lembro quando estava por partir e antes que o dia surgisse no horizonte estava ali no portão da casa a dizer: “vai dar tudo certo, meu amigo você vai ver”! Sempre esteve presente nos momentos difíceis da vida.  Hoje importa muito para ser história, mesmo que tende a espera anos, o bom não é esperar, mas acreditar que vai dar certo. O tempo nos nutre dentro das esperanças e mesmo que estas sejam limitadas e regradas pela vida da sociedade, precisamos continuar vivendo. Viver esta é a palavra. Viver com a felicidade.

Obrigado pelos sinceros amigos (as) que me apoiaram durante os momentos escuros da vida e sem saber eram luzes, são luzes em meu caminhar.  Heleodoro
Diário da vida real.